domingo, 12 de julho de 2009

Margapinta

Nome: Ana Margarida Pintassilgo M.
Cidade: Lisboa
Blog: margapinta.blogspot.com
Site: http://www.margapinta.com
Loja online: www.margapinta.com/shop
Flickr: www.flickr.com/photos/margaridapintassilgo




Como descreverias o teu trabalho?

Pormenorizado, feito com grande cuidado e dedicação.



Como é que tudo começou?

Quando me apercebi que a internet era muito mais divertida do que eu pensava. Resolvi então pôr em prática ideias que até então estavam só na cabeça.

Como escolheste o nome do teu projecto?

É desde há muuuuito tempo o meu mail, muito antes do projecto ter começado. Advém do meu nome, Margarida, e Pintassilgo de apelido.



Porquê fazer crafts? O que é que te motiva?

A vontade de trabalhar por mim mesma, a de ter um projecto próprio, de trabalhar todos os dias com entusiamo (pelo menos, em teoria) e um grande interesse pelo design de acessórios, com especial destaque para brincos (acho que tenho um pequeno vício por estes objectos).

Os crafts são um trabalho a tempo inteiro? O que ocupa os teus dias?

Metade Margapinta, metade design gráfico.



De onde vem a inspiração para os teus trabalhos?

Dos livros, das revistas e das imagens em geral. Da História. De outros continentes.

Onde é que encontras os materiais para os teus projectos?

Na rua e na internet.

De todo o processo de produção das tuas peças qual é a parte que mais te agrada?

Dois momentos: o inicial que inclui o trabalho de campo, a procura e compra de material e outro, e o final, quando fotografo as peças prontas a serem usadas.



Como é que divulgas o teu trabalho?

Boca a boca. As conversas com amigos e desconhecidos são sempre um bom método de divulgação. Para além de mim, os meus entes queridos (família e amigos) também fazem muito este papel, devo-lhes muito. Ah e online, naturalmente, marcando presença aqui e acolá, desenvolvendo o blog e o site.

A internet tem um papel importante na divulgação do teu projecto?

Naturalmente, na exacta proporção de que a Margapinta é um projecto sediado virtualmente.



O que achas da actual moda do artesanato urbano?

Todas as modas são válidas, desde que haja respeito pelo trabalho de todos.

Que conselho darias a quem ainda anda à procura do seu próprio estilo nos trabalhos manuais?

Pesquisa, pesquisa, pesquisa, estudo, teste, metodologia, honestidade e exigência profissional.



Podes partilhar alguns dos teus crafters favoritos?

Tenho alguma dificuldade na definição de crafter e por isso não poderei responder objectivamente à pergunta. No entanto, no meu site existe uma lista grande de links que direcionam trabalhos que considero muito. Alguns serão crafty, outro não, depende da visão de cada pessoa.

Quais são os teus sonhos para o futuro?

Margapinta all over the world ahahah!!

domingo, 5 de julho de 2009

Bazar Pimpampum

Nome: Joana Nossa
Cidade: Porto
Blog: bazarpimpampum.blogspot.com
Loja online: joananossa.etsy.com
Flickr: www.flickr.com/photos/joanan




Como descreverias o teu trabalho?

O meu trabalho tem como constante as agulhas, mas penso que leva no fio o sabor do momento.



Como é que tudo começou?

Começou de forma espontânea, quando as tardes ainda duravam muitas horas e a minha mãe partilhou comigo os seus saberes de tricot e croché. Formalizou-se após a minha gravidez, com o desejo de fazer com as minhas mãos coisas que a minha filha pudesse vir a usar ou brincar.



Como escolheste o nome do teu projecto?

Surgiu-me uma vez que dizia a lenga-lenga «pim, pam, pum, cada bola mata um, p’rá galinha e p’ró perú, quem se livra és tu!...»

Porquê fazer crafts? O que é que te motiva?

Porquê não fazer? É um acto criativo extremamente tranquilizante. Motiva-me o simples facto de gostar muito de tricotar e fazer croché e motivou-me também sentir que apreciavam o meu trabalho.



Os crafts são um trabalho a tempo inteiro? O que ocupa os teus dias?

Não, não são. Eu sou bailarina de profissão.

De onde vem a inspiração para os teus trabalhos?

A maior parte das vezes está nos materiais, os fios têm vontade própria... É através do ir construindo e desfazendo que vou chegando à forma que mais me agrada. Por vezes, existem particularidades nas pessoas ou no que trazem vestido que me servem de inspiração para os pimpampuns. Naturalmente, tudo o que vejo noutros trabalhos também me indica caminhos.



Onde é que encontras os materiais para os teus projectos?

Geralmente, se vou a alguma cidade diferente tendo a procurar lojas de fios... Algumas coisas tenho de comprar pela internet, porque não as consigo encontrar aqui.

De todo o processo de produção das tuas peças qual é a parte que mais te agrada?

Quando estou próxima da finalização e já consigo perceber o aspecto que a peça terá no final, embora ainda não esteja acabada.



Como é que divulgas o teu trabalho?

Através do blog, do Flickr e do Etsy.

A internet tem um papel importante na divulgação do teu projecto?

Claro! Como respondi na última questão, é a forma que utilizo para divulgar.



O que achas da actual moda do artesanato urbano?

Acho que é um fenómeno que expressa o momento que estamos a viver. Reflecte provavelmente a forma de estar de uma geração e a forma também como muitas de nós vivenciamos a maternidade. Penso que isto de utilizar as técnicas tradicionais, dando-lhes um novo conceito criativo, terá sido impulsionado, sem dúvida, pelo acesso à internet e partilha de informação que temos hoje em dia, que diversifica o conhecimento e o acesso a outros materiais. Penso que dificilmente saberia o que são os amigurumi (que me levaram a criar os pimpampuns), se não fosse através da internet...



Que conselho darias a quem ainda anda à procura do seu próprio estilo nos trabalhos manuais?

Penso que se encontra através da experimentação, até se chegar a uma forma que nos satisfaça por completo e com a qual nos identifiquemos em termos criativos.

Podes partilhar alguns dos teus crafters favoritos?

Ui, tantos que não me vou lembrar de todos... Bem, destaco então alguns de que acho o trabalho fora de série, por diferentes razões. Rosa Pomar, José Machado, Lolipata, Hilda Portela, Matilde Beldroega, Um Quarto de Ideias, Bacondog, Hoin, Simão Bolívar, Mimi Kirchner, Klewism, Silvia66, Ysolda Teague, Icelandic Love Corporation, Ana Voog, Woolly Wormhead, StudioLoo, MarianneS, BundleSass, Woolmountain, etc., etc., etc....

Quais são os teus sonhos para o futuro?

Sou supersticiosa, não os vou partilhar. Mas tenho alguns...

domingo, 28 de junho de 2009

Sara Mota

Nome: Sara Mota
Cidade: Malveira
Blog: saracolorido.blogspot.com
Flickr: www.flickr.com/photos/46693316@N00




Como descreverias o teu trabalho?

Criativo, mutante e, sobretudo, para o público infantil. Sou muito exigente comigo própria e, às vezes, não gosto do resultado final.



Como é que tudo começou?

Desde pequena sempre gostei de criar coisas que exijam muita paciência, daí a minha profissão. Sempre senti que me faltava qualquer coisa para me sentir realizada. Quando descobri o Flickr, achei que era uma porta aberta para mostrar a minha dedicação e empenho nas peças que começaria a criar.



Como escolheste o nome do teu projecto?

Primeiro começou por ser Saracoloridos, mas como no mundo virtual há modas e começaram a aparecer muitos nomes com a palavra «colorido», então decidi mudar para o meu nome pessoal.

Porquê fazer crafts? O que é que te motiva?

Depois de muito ver o que os outros «artistas» faziam decidi experimentar comprar uns tecidos e uns feltros para me divertir. Quando crio uma peça o meu objectivo não é a venda, mas sim o prazer de criar. Adoro variar e estou em constante mudança, detesto repetir o que já fiz. Às vezes, as pessoas pedem-me uma peça igual à já feita, o que para mim é desmotivante; tenho de pôr qualquer coisa diferente para não me aborrecer!



Os crafts são um trabalho a tempo inteiro? O que ocupa os teus dias?

Não, só nas horas vagas. Sou desenhadora de serigrafia artística no Centro Português de Serigrafia.



De onde vem a inspiração para os teus trabalhos?

Da minha solidão interior, dos pequenos pormenores que vejo no dia a dia, vindos muitas vezes da natureza... o amanhecer, uma folha caída no chão, uma brisa, uma nuvem...

Onde é que encontras os materiais para os teus projectos?

Essencialmente dos Armazéns dos Prazeres em Campo de Ourique.



De todo o processo de produção das tuas peças qual é a parte que mais te agrada?

Quando rabisco a peça numa folha e quando vejo a receptividade dos amigos quando a publico.

Como é que divulgas o teu trabalho?

No Flickr e, brevemente, num novo blog. Já fiz algumas feiras e sinceramente não gosto. Aliás afasto os clientes, virandos-lhes as costas!

A internet tem um papel importante na divulgação do teu projecto?

Sim.



O que achas da actual moda do artesano urbano?

A culpa é da actual crise económica!

Que conselho darias a quem ainda anda à procura do seu próprio estilo nos trabalhos manuais?

Que sejam criativos, dedicados e que o façam com o coração. O trabalho copiado fica sempre sem interesse.



Podes partilhar alguns dos teus crafters favoritos?

São muitos, mas não refiro nomes para não me esquecer de ninguém! Eles sabem-no!

Quais são os teus sonhos para o futuro?

Talvez uma loja, quem sabe!

domingo, 21 de junho de 2009

Flor de Sol

Nome: Cristina Salvador
Cidade: Lisboa
Blog: flor-de-sol.blogspot.com
Flickr: www.flickr.com/photos/cristinaflor-de-sol




Como descreverias o teu trabalho?

É uma expressão do que eu sou.



Como é que tudo começou?

Já desenho desde a infância e aprendi a bordar e a fazer tricot e crochet com a minha mãe. Comecei a fazer algumas pregadeiras para oferecer no Natal a familiares e amigos há três anos atrás. Incentivaram-me a fazer o blog e a disponibilizá-las através da internet.

Como escolheste o nome do teu projecto?

Porque adoro flores e adoro luz. As pregadeiras inicialmente eram flores em feltro, crochet e contas de vidro...



Porquê fazer crafts? O que é que te motiva?

Tal como expliquei, comecei por acaso e evolui, ou melhor, voltei para o que gosto mesmo mais de fazer - ilustração.

Os crafts são um trabalho a tempo inteiro? O que ocupa os teus dias?

Não. Sou designer industrial a full-time numa empresa/atelier. Tirei o curso de Design de Produto na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa. Fiz Erasmus em Milão, estagiei em Haia e trabalho em Design em Portugal há sete anos. Recentemente fiz um curso livre de ilustração na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.


De onde vem a inspiração para os teus trabalhos?

Da minha vivência das coisas, do que me rodeia. Gosto de escrever também.

Onde é que encontras os materiais para os teus projectos?

Em papelarias, sites na internet e no comércio tradicional (retrosarias).



De todo o processo de produção das tuas peças qual é a parte que mais te agrada?

Gosto de pensar nelas, planeá-las e depois sabe bem quando fica exactamente como imaginei. Às vezes não acontece...

Como é que divulgas o teu trabalho?

No blog, no Flickr e na Feira da Estrela, em que participei durante dois anos.



A internet tem um papel importante na divulgação do teu projecto?

Sim, fundamental.

O que achas da actual moda do artesano urbano?

É bom haver uma democratização em termos de conhecimentos, técnicas e de materiais, mas há que distinguir a criatividade das cópias e afins. Por vezes há pouca qualidade.



Que conselho darias a quem ainda anda à procura do seu próprio estilo nos trabalhos manuais?

Experimentem um pouco de tudo e façam o que lhes der prazer. É muito importante ser um trabalho original, vosso, um produto do que são ou do que gostam.

Podes partilhar alguns dos teus crafters favoritos?

São tantos...

Quais são os teus sonhos para o futuro?

Continuar a fazer o que gosto.

domingo, 14 de junho de 2009

O Ponto sem Nó

Nome: Helena Almeida
Cidade: Vila Nova de Gaia
Blog: opontosemno.blogspot.com
Flickr: www.flickr.com/photos/opontosemno




Como descreverias o teu trabalho?

Descreveria o meu trabalho, ou melhor, este projecto como consequência do meu percurso académico, mas aplicado noutro sentido.



Como é que tudo começou?

O meu projecto teve início em pequenos doodles [ rabiscos ] feitos nas aulas. Mais tarde senti-me motivada a transformar esses desenhos em objectos a três dimensões e fiz com que saíssem do papel e ganhassem outra vida. Para que isso acontecesse, peguei em materiais ligados à costura (que já me fascinava desde pequena e era um campo em que me sentia à vontade) e trabalhei-os a partir do meu caderno de desenhos. Comecei por uma pregadeira - de que não tenho registo - e fui por aí fora até chegar a uma parceria com a minha mãe. Com ela desenvolvi grande parte deste projecto: eu trabalhava a parte do desenho com a máquina de costura e a minha mãe a parte da cor, aplicando-a com o bordado à mão. Um encontro de gerações completamente diferentes que resultou numa bela união.



Como escolheste o nome do teu projecto?

Surgiu no meu pensamento a metáfora que não se dá um ponto sem nó e daí ficou O Ponto sem Nó.

Porquê fazer crafts? O que é que te motiva?

Não considero que faço crafts, mas antes que me sirvo de materiais ligados aos crafts como suporte para concretizar e dar continuidade ao meu projecto. Desde o ínicio, o que me motivou foi o facto de transferir a linguagem do meu desenho para outro tipo de suporte e assim poder mostrá-lo ao público. E, já agora, por que não vender?



Os crafts são um trabalho a tempo inteiro? O que ocupa os teus dias?

Neste momento é um trabalho que posso considerar que ocupa os meus dias.

De onde vem a inspiração para os teus trabalhos?

A inspiração para os meus trabalhos vem do dia-a-dia, das pessoas que vejo na rua e principalmente dos seus comportamentos. E depois vem de mim.



Onde é que encontras os materiais para os teus projectos?

Em lojas de tecidos, retrosarias e papelarias.

De todo o processo de produção das tuas peças qual é a parte que mais te agrada?

Quem me motivou desde sempre para ir para a frente com este projecto foi a minha mãe. Apesar de me ter deixado recentemente, partindo para outro mundo, a melhor parte da produção e execução era sem dúvida a nossa cumplicidade e parceria.



Como é que divulgas o teu trabalho?

O projecto é divulgado através do blog, mas também em lojas.

A internet tem um papel importante na divulgação do teu projecto?

Tem um papel activo, mas não considero o mais importante.



O que achas da actual moda do artesanato urbano?

Positiva, mas como dita a pergunta, é uma moda actual...

Que conselho darias a quem ainda anda à procura do seu próprio estilo nos trabalhos manuais?

Conselhos não deixo, só palavras: genuidade e honestidade.



Podes partilhar alguns dos teus crafters favoritos?

Não tenho favoritos...

Quais são os teus sonhos para o futuro?

Sonhos que só o tempo dirá.

domingo, 7 de junho de 2009

Rosa e Chocolat

Nome: Maria Isabel Freire
Cidade: Coimbra
Blog: rosaechocolat.blogspot.com
Flickr: www.flickr.com/photos/rosaechocolat




Como descreverias o teu trabalho?

Faço almofadas e outras coisas com lãs, algodão, tecidos, fitas, botões e, principalmente, com linhas e bordados.



Como é que tudo começou?

Tudo começou há muito, muito tempo com o ponto cruz (que já não consigo fazer, fartei-me), mas mais a sério devo dizer que foi por causa da internet. Foi uma volta pela internet e a descoberta do Flickr e deste montão de gente fabulosa que me fez levar esta minha mania de estar sempre de volta das linhas e dos bordados ao serão mais a sério :)

Como escolheste o nome do teu projecto?

Não sei! Gosto da combinação das duas cores, a minha filha adora cor-de-rosa e eu sou viciada em chocolate :)



Porquê fazer crafts? O que é que te motiva?

Não consigo estar sentada em frente à televisão uma noite inteira a fazer zapping, tenho sempre que ter alguma coisa com que me entreter. Por outro lado, a minha mãe foi-me ensinando a mim e à minha irmã, desde cedo, a fazer um pouco de tudo - malha, croché, bordado etc.. Por isso sempre houve materiais lá por casa para fazer experiências - umas luvas, umas meias... e eu sempre gostei de experimentar coisas novas. Um dia precisei fazer umas almofadas para a nossa casa da praia e pus umas fotos no Flickr. Depois os comentários começaram a surgir e foram a motivação para continuar. E assim foram aparecendo outras coisas.



Os crafts são um trabalho a tempo inteiro? O que ocupa os teus dias?

Não, infelizmente não tenho todo o tempo que gostaria para dedicar às almofadas, mas é a vida! Só tenho tempo para elas normalmente depois de jantar - por isso ando a dormir tão pouco :) – e ao fim de semana.

De onde vem a inspiração para os teus trabalhos?

De nenhum e de todo lado :) As ideias às vezes surgem quando menos se espera. Ainda outro dia estava numa fila de trânsito e tive uma ideia. Podem vir também da cooperação com outros artistas, como aconteceu com esta almofada, cujo desenho é do Gustavo Aimar, e como aconteceu também já com uma artista alemã, a Yvonne, com quem fiz uma espécie de intercâmbio de ideias. Vi um ATC [ Artist Trading Cards ] dela giríssimo e pedi-lhe autorização para fazer uma almofada com inspiração nesse ATC. Ela concordou e, posteriormente, fez outro ATC (na segunda foto) com inspiração na minha almofada. Foi muito giro. Devo dizer que esse último ATC é meu - ela fez o favor de mo oferecer - e a almofada é dela agora :)




Onde é que encontras os materiais para os teus projectos?

Infelizmente esse é um problema que ainda tenho, porque aqui há muito pouca escolha. Comecei agora a comprar via internet e, por exemplo, em termos de tecidos há coisas giríssimas. Devo dizer que estou a ficar um pouco viciada :)

De todo o processo de produção das tuas peças qual é a parte que mais te agrada?

Principalmente o bordado e a concepção do todo em termos da mistura de tecidos, galões, malha ou croché aplicações, etc. A parte que menos aprecio são os acabamentos – a parte da confecção da almofada propriamente dita, cozer e fazer os remates.



Como é que divulgas o teu trabalho?

A divulgação é feita na internet, pelos amigos, pelas pessoas que vão tendo as minhas almofadas e, principalmente, de boca em boca, que normalmente também é o melhor sinal que as pessoas gostaram, não?!

A internet tem um papel importante na divulgação do teu projecto?

Super importante, sem ela eu não existia como fazedora de alguma coisa. Foi aqui que tudo começou e por aqui continuo :D



O que achas da actual moda do artesanato urbano?

Não gosto muito do nome, mas compreendo-o. É realmente feito por gente dos espaços mais urbanos. Como em tudo há excelentes trabalhos, mas também há muita coisa que não presta e, principalmente, muitas cópias. Há muita gente que não faz nada de novo, que se limita a copiar o trabalho dos outros e se intitula artesão, enfim. Não digo que nunca copiei nada de ninguém, já o fiz, mas recuso-me a assumir esse trabalho como meu, seja no meu blog ou no flickr.

Que conselho darias a quem ainda anda à procura do seu próprio estilo nos trabalhos manuais?

Eu acho que toda a gente no começo tem tendência a copiar alguma coisa :D. O meu conselho é que procurem um estilo próprio e tentem fugir ao que toda a gente faz. Nem sempre é o caminho mais fácil, bem sei, mas a longo prazo vai trazer melhores resultados com toda a certeza.



Podes partilhar alguns dos teus crafters favoritos?

Em primeiro lugar tenho de referir a pessoa responsável por estar a responder a estas perguntas, a Gisela, do Ox-Hill, pois foi através do blog dela que descobri este mundo enorme de todas as outras pessoas que vou referir e muitas mais: Syko, Anna Barrow, Town Mouse, Cathy Gaubert, Lovely Paper, Resurrection Fern, RevoluzZza e um português da querida Maria de que gosto muito: Kase-Faz.

Quais são os teus sonhos para o futuro?

Gostava muitíssimo de ter mais tempo para me dedicar às almofadas e afins e, como é claro, que as pessoas tivessem cada vez mais interesse pelo meu trabalho. E poder fazer só isto :D